amarela

Há três anos é facilitadora de processos de aprendizagem em segurança da informação para ativistas, jornalistas e dissidentes políticos no Brasil, além de realizar pesquisas sobre o contexto de vigilância no país, considerando o aparato legal do Estado e a compra e uso de equipamentos por parte do governo e de empresas privadas. Faz parte da equipe da Escola de Ativismo e da Coding Rights, onde também desempenha funções de gestão de projetos e comunicação.

Minicurso
Privacidade para feministas

A proposta dessa oficina é falar sobre como funciona a Internet, quais as principais vulnerabilidades para mulheres na rede, e que ferramentas podem ser úteis para manter a privacidade e evitar o compartilhamento de informações pessoais e possíveis ataques de ódio.