erica caliEngajada em movimentos que empoderem mulheres e meninas, é membro do Programa SuperPython - onde criou e gerencia o Projeto SuPyGirls -, do Programa Meninas Digitais (SBC), da iniciativa PyLadies Fundão, PyLadies Rio e entusiasta das organizações Mulheres Na Tecnologia e Women Up Games.
Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense. Encontra-se no mestrado pelo Programa de Pós Graduação Em Informática da Universidade Federal do Rio de Janeiro, trabalhando com o tema Empoderamento Feminino Através da Informática.
É Game Designer, atua como professora da matéria de Games Inteligentes, gerencia projetos de extensão da parceria ABRAPA/LABASE e co-orientadora de estudantes em Iniciação Científica.
Vice-presidente da Associação Brasileira de Problemas de Aprendizagem (ABRAPA). Membro do Laboratório de Automação de Sistemas de Engenharia (LABASE-NCE/UFRJ),
Como membro do LABASE, participa de projetos voltados para a automatização de sistemas educacionais, visando auxiliar o processo de aprendizagem com o uso de técnicas de neurociência computacional. Como vice-presidente da ONG ABRAPA, auxilia na missão de promover projetos de atendimento e pesquisa para desenvolver competências cognitivas em crianças e adolescentes em idade escolar atendendo a demandas como problemas de aprendizagem, deficiências, vítimas de violência ou abandono, moradoras das comunidades e dos abrigos da prefeitura, encaminhadas pela Justiça, ou trazidas pelas famílias.

Palestrante
SuPyGirls: dando autonomia para a menina aprendiz

SuPyGirls é um projeto desenvolvido pelo núcleo feminista do LABASE - Laboratório de Automação e Sistemas Educacionais - situado no Instituto Tércio Pacitti (NCE) dentro da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O projeto é uma vertente do Programa SuperPython sendo este chancelado pela SBC.
Somos aprendizes por natureza, buscamos entender e racionalizar o mundo ao nosso redor. A forma com que aprendemos molda nossa personalidade e potencialidades. Ocorre que a estrutura de ensino vigente apenas estimula técnicas de repetição e memorização, não contemplando uma real aprendizagem. Nossas experiências educativas podem nos limitar ou ampliar horizontes e isso é especialmente verdadeiro nas fases de descobertas e questionamentos. Por perceber a importância que a educação possui, o projeto SuPyGirls busca fornecer ferramentas lúdicas à aprendizagem, tendo por grande objetivo tornar a estudante uma aprendiz autônoma. No contexto de um mundo moderno e tecnológico, é vantajoso que as experiências de aprendizagem sejam prazerosamente atraentes e estimulantes. A robótica e a programação são ferramentas poderosas com inúmeras possibilidades e são utilizadas no SuPyGirls para criar aulas dinâmicas e interativas que cativam a estudante e fomentam sua curiosidade e aprendizagem.
O projeto foca em meninas do ensino médio, buscando acender nelas um interesse pelo mundo tecnológico e por conseguinte melhorar sua autoestima e autopercepção. A palestra gira em torno da motivação do projeto, algumas experiências durante seu desenvolvimento e implantação, e os resultados preliminares.