Jaqueline Alves Ribeiro

Possui graduação em Ciência da Computação pela Universidade Católica de Goiás (2002), Mestrado em Ciências na Faculdade de Engenharia Elétrica na Universidade Federal de Uberlândia (2006). Doutorado em Engenharia de Sistemas Eletrônicos e Automação na Universidade de Brasília (2016). Tem experiência na área de Processamento da Informação, Teoria da Computação e Arática do Instituto Federal Goiano - Campus Ceres na área de Informática. Coordenadora do Curso Superior de Bacharelado em Sistemas de Informação. Pesquisadora do Laboratório de Engenharia e Biomaterial (BioEngLab), na linha de Tecnologia assistiva na Universidade de Brasília, UnBGama.

Palestra 
Mulheres na Engenharia Biomédica e Tecnologia Assistiva

O uso crescente de avançados aparelhos no diagnóstico de doenças e em terapias aquece o mercado para o profissional de Engenharia biomédica. A tecnologia assistiva é para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão. Num sentido amplo percebemos que a evolução tecnológica caminha na direção de tornar a vida mais fácil. Sem nos apercebermos utilizamos constantemente ferramentas que foram especialmente desenvolvidas para favorecer e simplificar as atividades do cotidiano, como os talheres, canetas, computadores, controle remoto, automóveis, telefones celulares, relógio, enfim, uma interminável lista de recursos, que já estão assimilados à nossa rotina e, num senso geral, “são instrumentos que facilitam nosso desempenho em funções pretendidas”.
Os projetos do laboratório de Engenharia Biomédica da Universidade de Brasília são coordenados na área de desenvolvimento tecnológico pela Professora Dra. Suélia Fleury da Universidade de Brasília (UnB) e no processo de transferência e licenciamento tecnológico com comercialização pelo Prof. Mário Rosa da Universidade de Brasília. Contam com apoio financeiro do Ministério da Saúde (MS) para desenvolvimento de novas tecnologias em saúde, pautados pelas políticas públicas do Governo Federal em desenvolvimento tecnológico nacional. Os projetos são de caráter interdisciplinar, unindo – áreas das engenharias, das saúde e das ciências humanas – juntas, em busca de solução para um único problema.